Iniciação da eco-family

Sábado, 15/08/2008, fomos à feririnha orgânica da Lagoa e iniciamos nossa eco-jornada rumo às mudanças de hábitos para uma vida mais saudável, mais orgânica e menos agressiva. Afinal, temos que dar o exemplo para nossa neném! Compramos vários legumes (cenoura, bete, espinafre, batata, mandioca, arroz, feijão, lentilha, pão) e duas mudinhas: hortelã e manjericão. Gabi foi junto e se divertiu!!

Agora a foto da eco-family feliz!

Faça perguntas. De onde vem esse produto que comprei? Ele foi feito de maneira sustentável? Ele polui o ambiente? Depois que eu jogá-lo fora, vai demorar quanto tempo para se decompor? Com elas, você começa a avaliar os custos e os benefícios de cada compra e de cada atitude que toma.

A Natureza e o nosso futuro agradecem!

Status

Status é...

Comprar alguma coisa que você não quer, com um dinheiro que você não tem, para mostrar para gente que você não gosta, uma pessoa que você não é.

Ah... os cabelos

Bad hair day.  As três palavrinhas resumem o inferno feminino quando não há milagre que faça o cabelo ficar ajeitado. Sim, estamos falando daqueles episódios em que muita mulher deseja, do fundo do coração, ter nascido muçulmana e sair por aí com metros de tecido escondendo a rebeldia dos cabelos. Há também aquelas que, no desespero, sonham com um emprego que exija um capacete, uma touca, um escafandro ou delírio dos mais graves até pedem aos céus a transformação instantânea em homem, jogador de futebol com a cabeça raspada de preferência. Tudo para se livrar da cara de espantalho... mas que dia, hein? Quem já não passou por isso?

Aniversário de Casamento!

Meu amor!

Feliz aniversário de Casamento!

Sabe aquela coisa de felizes para sempre?

Pois é... vamos fazer feliz um ao outro!

Sabe aquela coisa de até que a morte os separe?

Pois é... ainda falta muito, vamos aproveitar!

E como não poderia deixar de ser...

Te amo para sempre!

Os dias passam...

Depois de muito tempo...

Volto a blogar:

Obituário do Sr. Bom Senso
 
Hoje choramos o falecimento de um velho amigo muito querido, o Bom
Senso, que esteve em nossa companhia durante muitos anos. Ninguém sabe com certeza qual era a sua idade já que seu registro de nascimento foi perdido há muito tempo nos meandros da burocracia.
 
Ele será lembrado como alguém que cultuava algumas lições de valor
como: saber quando sair da chuva; Deus ajuda a quem cedo madruga; a
vida nem sempre é uma festa; e quem sabe a culpa é minha? Bom Senso tinha uma vida simples baseada em fundamentos econômicos sólidos (não gastar mais do que se ganha) e estratégias confiáveis (são os adultos que mandam, não as crianças).
 
Sua saúde começou a se deteriorar rapidamente quando regulamentos
excessivamente autoritários, embora bem intencionados, foram criados.
Notícias de que um menino de seis anos fora acusado de assédio sexual
por ter beijado uma coleguinha; adolescentes foram suspensos das aulas por usarem líquidos contra o mau hálito após o almoço; e um professor foi despedido por ter repreendido um aluno insubordinado. Tudo isto contribuiu para piorar sua saúde.
 
Bom Senso perdeu o chão quando pais atacaram professores por fazerem o que eles não tinham feito: disciplinar seus filhos. Piorou mais ainda quando as escolas foram obrigadas a pedir o consentimento dos pais para usar protetores solares ou dar uma Aspirina aos alunos; mas não podiam informá-los quando uma aluna engravidava ou queria abortar.
 
Bom Senso perdeu a vontade de viver quando as igrejas se tornaram
balcões de negócios; e criminosos passaram a receber melhor tratamento que suas vítimas. Sentiu-se agredido quando soube que não poderia mais se defender de um assaltante que invadiu sua casa e que, caso
tentasse, o meliante poderia processá-lo por agressão. Bom Senso
finalmente desistiu de viver quando uma mulher se queimou por não
perceber que o café estava quente demais, entornou um pouco na sua
roupa e imediatamente processou o restaurante que teve que pagar a ela uma enorme indenização.
 
Bom Senso morreu depois de seus pais, Verdade e Confiança; de sua
mulher, Discrição; de suas filhas, Responsabilidade e Razão.
Sobreviveram a ele seus irmãos adotivos: Eu Conheço Meus Direitos, Eu Quero Já, O Outro é o Culpado e Eu Sou Uma Vítima.

Poucos compareceram ao seu enterro porque só uma minoria percebeu que ele havia morrido. Se você ainda se lembra dele, re-envie esta
notícia. Caso contrário junte-se à maioria e nada faça.
 
 
(c) London Times
 
Tradução: Heitor De Paola

Provérbios

"Duas coisas indicam fraqueza:

Calar-se quando é preciso falar e falar quando é preciso calar-se."   - Provérbio persa.

"Ao término  do jogo, o rei e o peão voltam para a mesma caixa." - Provérbio Italiano.

"Dentro de você existem dois cães.

Um deles é cruel e mau, o outro é muito bom; os dois estão sempre brigando.

O que ganha a briga é aquele que eu alimento mais frequentemente." - Provérbio dos índios norte-americanos.

Sobre o consumismo...

Sócrates era um filósofo grego que viveu séculos antes de Cristo.

Também gostava de passear pelas ruas comerciais de Atenas.

E, assediado por vendedores, respondia:

"Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser feliz".

 

O jardineiro é Jesus e as árvores somos nós!

Vamos construir um novo mundo, deixar para trás essa vida consumista e sem consciência e começar pelos nossos filhos, eles têm o futuro dentro deles, merecem um novo mundo, uma nova forma de pensar e agir!

Comece você mesmo... mudando hábitos nocivos, cuidando da saúde do planeta, ensinando a tolerância, a caridade, incentivando a paz, comece agora, um pouco a cada dia... e você verá que em pouco tempo sua vida e a de todos ao seu redor, mudará para melhor!

Acredite!

Amor de pai, amor de mãe...

Gabriela:

Você é o amor da vida da mãe e do pai!

Estaremos sempre com você!

Um pouco de silêncio

"Apenas no silêncio interno, a alma descobre os segredos de Deus."

(Frederick William Robertson)

UM POUCO DE SILÊNCIO

Nesta trepidante cultura nossa, da agitação e do barulho, gostar de sossego é uma excentricidade.

Sob a pressão do ter de parecer, ter de participar, ter de adquirir, ter de qualquer coisa, assumimos uma infinidade de obrigações. Muitas desnecessárias, outras impossíveis, algumas que não combinam conosco nem nos interessam.

Não há perdão nem anistia para os que ficam de fora da ciranda: os que não se submetem mas questionam, os que pagam o preço de sua relativa autonomia, os que não se deixam escravizar, pelo menos sem alguma resistência.

O normal é ser atualizado, produtivo e bem-informado. É indispensável circular, estar enturmado. Quem não corre com a manada praticamente nem existe, se não se cuidar botam numa jaula: um animal estranho.

Acuados pelo relógio, pelos compromissos, pela opinião alheia, disparamos sem rumo - ou em trilhas determinadas - feito hâmsteres que se alimentam de sua própria agitação.

Ficar sossegado é perigoso: pode parecer doença. Recolher-se em casa ou dentro de si mesmo, ameaça quem leva um susto cada vez que examina sua alma.

Estar sozinho é considerado humilhante, sinal de que não se arrumou ninguém - como se amizade ou amor se "arrumasse" em loja. Com relação a homem pode até ser libertário: enfim só, ninguém pendurado nele controlando, cobrando, chateando. Enfim, livre!

Mulher,não. Se está só, em nossa mente preconceituosa é sempre porque está abandonada: ninguém a quer.

Além do desgosto pela solidão, temos horror à quietude. Logo pensamos em depressão: quem sabe terapia e antidepressivo? Criança que não brinca ou salta nem participa de atividades frenéticas está com algum problema.

O silêncio nos assusta por retumbar no vazio dentro de nós. Quando nada se move nem faz barulho, notamos as frestas pelas quais nos espiam coisas incômodas e mal resolvidas, ou se enxerga outro ângulo de nós mesmos. Nos damos conta de que não somos apenas figurinhas atarantadas correndo entre casa, trabalho e bar, praia ou campo.

Existe em nós, geralmente nem percebido e nada valorizado, algo além desse que paga contas, ganha dinheiro, e come, envelhece, e um dia (mas isso é só para os outros) vai morrer. Quem é esse que afinal sou eu? Quais seus desejos e medos, seus projetos e sonhos?

No susto que essa idéia provoca, queremos ruído, ruídos. Chegamos em casa e ligamos a televisão antes de largar a bolsa ou pasta. Não é para assistir a um programa: é pela distração.

Silêncio faz pensar, remexe águas paradas, trazendo à tona sabe Deus que desconserto nosso. Com medo de ver quem - ou o que - somos, adia-se o defrontamento com nossa alma sem máscaras.

Mas, se a gente aprende a gostar um pouco de sossego, descobre - em si e no outro - regiões nem imaginadas, questões fascinantes e não necessariamente ruins.

Nunca esqueci a experiência de quando alguém botou a mão no meu ombro de criança e disse:

-Fica quietinha, um momento só, escuta a chuva chegando.

E ela chegou: intensa e lenta, tornando tudo singularmente novo. A quietude pode ser como essa chuva: nela a gente se refaz para voltar mais inteiro ao convívio, às tantas frases, às tarefas, aos amores.

Então, por favor, me dêem isso: um pouco de silêncio bom para que eu escute o vento nas folhas, a chuva nas lajes, e tudo o que fala muito além das palavras de todos os textos e da música de todos os sentimentos.

Lya Luft in "Pensar é transgredir"

Bonita mensagem...

Naquele momento de indignação, raiva e revolta por alguma dessas injustiças, usurpações e maldades que acontecem a todo momento, convém voltar o olhar para o futuro, para o mundo de regeneração que a Terra será, e pensar:

“Tudo isto já está começando a mudar, muito lentamente, mas está, e o domínio de todos esses que praticam o mal, que se comprazem com ele, está chegando ao fim.”

E com esse tipo de pensamento, pedir ao Pai para ajudar essas criaturas a compreender seus enganos, enquanto ainda na Terra.

 

É preciso ter... ESPERANÇA                                           

Momentos da vida

"...ter momentos sozinhos é necessário. Não estou falando de uma tarde sozinho, mas por algum tempo: fazer uma longa viagem, ou morar sozinho um período, ou escolher não se relacionar com ninguém: tudo faz parte da busca pela nossa essência, por auto-conhecimento. Às vezes é importante a gente se afastar de tanto barulho, informação, agitação, e se conectar consigo próprio, procurar nosso "Alaska" (referência ao filme "Na Natureza Selvagem"). Mas quem viu o filme lembra qual a conclusão do personagem, depois de ficar um tempão só. Ele escreve no seu diário: "De nada adianta termos felicidade se não temos com quem compartilhá-la". Então, curtam sua solidão momentânea, porque ela fortalece, mas que ela não seja um projeto de vida. "

Para o meu amor!

'O MAIS FANTÁSTICO DA VIDA É ESTAR COM ALGUÉM QUE SABE FAZER DE UM PEQUENO  INSTANTE UM GRANDE MOMENTO. '

 

Sábias palavras!

Sempre que abrir a boca, suas palavras devem valer mais do que o seu silêncio.

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