Bad hair day. As três palavrinhas resumem o inferno feminino quando não há milagre que faça o cabelo ficar ajeitado. Sim, estamos falando daqueles episódios em que muita mulher deseja, do fundo do coração, ter nascido muçulmana e sair por aí com metros de tecido escondendo a rebeldia dos cabelos. Há também aquelas que, no desespero, sonham com um emprego que exija um capacete, uma touca, um escafandro ou delírio dos mais graves até pedem aos céus a transformação instantânea em homem, jogador de futebol com a cabeça raspada de preferência. Tudo para se livrar da cara de espantalho... mas que dia, hein? Quem já não passou por isso?
Meu amor!
Feliz aniversário de Casamento!

Sabe aquela coisa de felizes para sempre?
Pois é... vamos fazer feliz um ao outro!

Sabe aquela coisa de até que a morte os separe?
Pois é... ainda falta muito, vamos aproveitar!

E como não poderia deixar de ser...
Te amo para sempre!
Depois de muito tempo...
Volto a blogar:
Obituário do Sr. Bom Senso
Hoje choramos o falecimento de um velho amigo muito querido, o Bom
Senso, que esteve em nossa companhia durante muitos anos. Ninguém sabe com certeza qual era a sua idade já que seu registro de nascimento foi perdido há muito tempo nos meandros da burocracia.
Ele será lembrado como alguém que cultuava algumas lições de valor
como: saber quando sair da chuva; Deus ajuda a quem cedo madruga; a
vida nem sempre é uma festa; e quem sabe a culpa é minha? Bom Senso tinha uma vida simples baseada em fundamentos econômicos sólidos (não gastar mais do que se ganha) e estratégias confiáveis (são os adultos que mandam, não as crianças).
Sua saúde começou a se deteriorar rapidamente quando regulamentos
excessivamente autoritários, embora bem intencionados, foram criados.
Notícias de que um menino de seis anos fora acusado de assédio sexual
por ter beijado uma coleguinha; adolescentes foram suspensos das aulas por usarem líquidos contra o mau hálito após o almoço; e um professor foi despedido por ter repreendido um aluno insubordinado. Tudo isto contribuiu para piorar sua saúde.
Bom Senso perdeu o chão quando pais atacaram professores por fazerem o que eles não tinham feito: disciplinar seus filhos. Piorou mais ainda quando as escolas foram obrigadas a pedir o consentimento dos pais para usar protetores solares ou dar uma Aspirina aos alunos; mas não podiam informá-los quando uma aluna engravidava ou queria abortar.
Bom Senso perdeu a vontade de viver quando as igrejas se tornaram
balcões de negócios; e criminosos passaram a receber melhor tratamento que suas vítimas. Sentiu-se agredido quando soube que não poderia mais se defender de um assaltante que invadiu sua casa e que, caso
tentasse, o meliante poderia processá-lo por agressão. Bom Senso
finalmente desistiu de viver quando uma mulher se queimou por não
perceber que o café estava quente demais, entornou um pouco na sua
roupa e imediatamente processou o restaurante que teve que pagar a ela uma enorme indenização.
Bom Senso morreu depois de seus pais, Verdade e Confiança; de sua
mulher, Discrição; de suas filhas, Responsabilidade e Razão.
Sobreviveram a ele seus irmãos adotivos: Eu Conheço Meus Direitos, Eu Quero Já, O Outro é o Culpado e Eu Sou Uma Vítima.
Poucos compareceram ao seu enterro porque só uma minoria percebeu que ele havia morrido. Se você ainda se lembra dele, re-envie esta
notícia. Caso contrário junte-se à maioria e nada faça.
(c) London Times
Tradução: Heitor De Paola
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